Eu já não quero mais ser um vencedor. Quero a sina de um artista de cinema, a cena onde eu possa brilhar. Um brilho intenso. Um beijo imenso onde eu possa me afogar. Cansei de procurar o pouco que sobrou. Sigo assim, fazendo o melhor que sou capaz, tentando viver em paz.
De onde vem essa calma se não há sequer um par pra dividir? O que me sobra além das coisas casuais?
Eu encontrei. Quis duvidar, afinal, tanto clichê devia não ser. É. Até quem me vê lendo o jornal sabe que eu te encontrei. Quem é mais sentimental que eu? Moça, diz pra mim como vai você. Diz o que é o sufoco, pois se o tempo for te levar, eu pego carona pra te acompanhar. Se o caso for de ir à praia, eu levo essa casa numa sacola.
Não devia me preocupar, devia ter fé e ver coragem no amor. Ser o primeiro, ser um rei, querer um sonho... moça...donzela... mulher... dama... ilusão ...
É duro, mas vale tentar. Exibir à frente um coração que não divido com ninguém. Parar de tentar viver o cara da TV, já que assim, periga nunca me encontrar, nunca perceber que fujo sempre do lugar. Chega de talhar como um artesão a imagem de um rapaz de bem, chega de não ser mais viril, de fingir esse jeito tão sem defeito, de sorrir assim, tão impreciso. A vida vai seguir e ninguém vai reparar, pois faz parte desse jogo dizer ao mundo todo que só conheço o meu quinhão ruim. Talvez seja a solução de quem não quer perder aquilo que já tem e fecha a mão para o que há de vir.
Deixa chegar o sonho, prepara uma avenida, abra a janela, deixa que o sol te veja. Abre as cortinas pra mim, deixa eu decidir se é cedo ou tarde. Pense que a estrada vai além do que se vê. Deixa eu ir aí te ver. É bom te ver sorrir olhando pra mim. Não solta da minha mão... não solta da minha mão.
Eles têm razão quando vêm dizer que eu não sei medir nem tempo e nem medo, mas se o que eu sou é também o que eu escolhi ser, aceito a condição.
De onde vem essa calma se não há sequer um par pra dividir? O que me sobra além das coisas casuais?
Eu encontrei. Quis duvidar, afinal, tanto clichê devia não ser. É. Até quem me vê lendo o jornal sabe que eu te encontrei. Quem é mais sentimental que eu? Moça, diz pra mim como vai você. Diz o que é o sufoco, pois se o tempo for te levar, eu pego carona pra te acompanhar. Se o caso for de ir à praia, eu levo essa casa numa sacola.
Não devia me preocupar, devia ter fé e ver coragem no amor. Ser o primeiro, ser um rei, querer um sonho... moça...donzela... mulher... dama... ilusão ...
É duro, mas vale tentar. Exibir à frente um coração que não divido com ninguém. Parar de tentar viver o cara da TV, já que assim, periga nunca me encontrar, nunca perceber que fujo sempre do lugar. Chega de talhar como um artesão a imagem de um rapaz de bem, chega de não ser mais viril, de fingir esse jeito tão sem defeito, de sorrir assim, tão impreciso. A vida vai seguir e ninguém vai reparar, pois faz parte desse jogo dizer ao mundo todo que só conheço o meu quinhão ruim. Talvez seja a solução de quem não quer perder aquilo que já tem e fecha a mão para o que há de vir.
Deixa chegar o sonho, prepara uma avenida, abra a janela, deixa que o sol te veja. Abre as cortinas pra mim, deixa eu decidir se é cedo ou tarde. Pense que a estrada vai além do que se vê. Deixa eu ir aí te ver. É bom te ver sorrir olhando pra mim. Não solta da minha mão... não solta da minha mão.
Eles têm razão quando vêm dizer que eu não sei medir nem tempo e nem medo, mas se o que eu sou é também o que eu escolhi ser, aceito a condição.
Sai dessa abre uma skol!
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